24 Maio 2015

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Francisco Morato

Os nomes escolhidos foram os do coronel Ricardo Gambaroni para o comando geral da Polícia Militar e de Youssef Abou Chaim como delegado geral da Polícia Civil

Recém empossado pelo governador Geraldo Alckmin, a primeira ação oficial do novo secretário de Segurança Pública de São Paulo (SSP), Alexandre de Moraes, foi trocar as cúpulas das polícias Civil e Militar.

Moraes apresentou nesta segunda-feira (5) o coronel Ricardo Gambaroni como comandante geral da Polícia Militar, substituindo o coronel Roberto Benedito Meira, e Youssef Abou Chaim como delegado geral da Polícia Civil, no lugar de Maurício Blazeck. Os dois estavam nos respectivos cargos desde 2012.

Perfil dos nomeados

Chaim entrou na Polícia Civil em 1988, foi diretor do Departamento Estadual de Investigação Criminal (Deic), entre 2007 e 2009, e diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), entre 2011 e 2013. Desde então, atuava como diretor do Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania (DPPC).

Entre os outros cargos que exerceu, Chaim também já foi delegado também do Grupo Antissequestros, do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), do Grupo de Operações Especiais (GOE) e do Grupo Especial de Resgate (GER).

O coronel Gambaroni ingressou na corporação em 1981 e estava no Comando do Grupamento de Radiopatrulha Aérea (GRPAe). Ele é especializado em policiamento estratégico em diversas áreas, com atuação no Comando de Área Metropolitana 8 (CPA/M-8 - região de Osasco), Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), Batalhão de Guarda Especial (hoje, parte da Corregedoria da PM), Comando do Corpo de Bombeiros (CCB), Batalhão de Guarda dos Palácios (atual Divisão de Segurança Física da Casa Militar) e Divisão de Tecnologia de Emergências (da Escola Superior de Bombeiros).

Durante coletiva de imprensa hoje, para apresentação dos novo comandantes, Moraes elogiou os escolhidos.

“Os dois são extremamente operacionais e possuem uma formação de liderança e gestão de crises. Chegamos aos dois nomes principalmente devido ao perfil profissional e intelectual de ambos”, disse o secretário.

O secretário ressaltou que os crimes contra o patrimônio serão combatidos com diversas medidas, como o reforço do policiamento preventivo e ostensivo com a presença da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) e de unidades da Força Tática.

"Segurança é boa"

Ao ser empossado, no último dia 2, Morais considerou a segurança em São Paulo "boa". Segundo ele,  a sensação de insegurança foi que subiu.  "A segurança é boa, pode melhorar e vai melhorar.  A sensação de segurança teve uma piora."

No entanto, segundo números da SSP, os índices de roubos e homícidios subiram em novembro (último dado disponível).

Em novembro, o Estado registrou 361 homicídios, alta de 2,3% em relação ao mesmo mês de 2013 e número que coloca a taxa de homicídios paulista dos últimos 12 meses 0,13% acima da recomendada pela Organização das Nações Unidas (ONU), que é de 10 mortes intencionais para cada 100 mil habitantes;

Na categoria roubos, foram registradas 23.057 ocorrências em novembro de 2014, alta de 12% em relação a novembro de 2013, e 18ª alta mensal consecutiva.

Criado em 2014, fórum é uma plataforma intergovernamental de cooperação política, econômica e comercial entre os países

Governantes chineses e de 30 países latino-americanos vão se reunir entre quinta (8) e sexta-feira (9) em Pequim para o primeiro encontro ministerial do Forum China-Comunidade dos Estados da América Latina e do Caribe (Celac).

Corrupção: Ex-autoridade de planejamento da China pega prisão perpétua

"Até agora, 30 dos 33 membros da Celac e 20 ministros dos Negócios Estrangeiros já confirmaram participação", anunciou nesta segunda (5) um alto funcionário do governo chinês.

A sessão de abertura terá também a presença dos presidentes da China, Costa Rica, do Equador e da Venezuela. Criado no verão passado, o novo forum é considerado "uma plataforma intergovernamental de cooperação politica, econômica e comercial".

"A China e os países da Celac encontram-se em fase semelhante de seu processo de desenvolvimento e partilham muitos interesses", disse Zhu Qingqiao, diretor do departamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês encarregado dos Assuntos da América Latina e do Caribe.

Alguns países vão enviar também ministros de outras pastas, principalmente do Comércio, Turismo e da Ciência, acrescentou.

"As nossas relações vão entrar em uma nova era e ascender a um patamar mais alto", afirmou Zhu Qingqiao.

Segundo ele, a China já é o segundo parceiro comercial da América Latina e do Caribe e, para alguns países da região, entre eles o Brasil, é o primeiro.

Pelas contas chineses, nos primeiros 11 meses de 2014, o comércio entre a China e a região cresceu 1,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, somando US$ 241,9 milhões.

O novo ministro das Cidades, Gilberto Kassab (PSD), afirmou nesta segunda-feira (5) que seu partido apoiará o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT). A declaração foi feita durante a cerimônia de transmissão de cargo, em Brasília. "A presidente sabe que terá nosso apoio, o apoio do nosso partido, o PSD, nessa luta, que é de todos que querem um país melhor", disse.

Kassab foi nomeado para o ministério em retribuição ao apoio do PSD à reeleição da presidente. Ele assume o lugar de Gilberto Occhi, que ocupava vaga do PP na Esplanada dos Ministérios e que foi realocado para o comando do Ministério da Integração Nacional.

"Apoiar, para o PSD, é participar ativamente do PAC 3, com investimentos em logística, energia, infraestrutura, parcerias privadas. É seguir apoiando a terceira fase do Minha Casa, Minha Vida, e lutar para concretizar a carteira de R$ 143 bilhões para obras de mobilidade urbana para todo o Brasil É nas cidades que apoiaremos, sim, a contratação de mais de 3 milhões de novas moradias também anunciadas pela presidente", declarou.

No final do ano passado, a cúpula do PSD  se reuniu com a petista no Palácio do Planalto em evento aberto para endossar o apoio ao segundo mandato. Na ocasião, Kassab afirmou que seu partido contribuiria para o êxito do governo no segundo mandato de Dilma.

Segundo Kassab, uma das prioridades de sua pasta é área de habitação e mencionou que o governo irá contratar mais três milhões moradias pelo programa Minha Casa, Minha Vida.

O novo ministro evitou comentar sobre possíveis cortes no ministério. "Quem definirá sobre cortes em programas do governo é a presidente. O que eu disse é que por mais que possamos ter cortes, existem prioridades no governo muito bem definidas pela presidente. Nós vamos fazer nossa parte, com os recursos definidos nós vamos tentar ter o máximo de eficiência possível", afirmou Kassab.

"Esse é o mesmo governo, portanto nós não chegamos ao ministério com a missão de mudar tudo. Mas é evidente que acontecerão as mudanças rotineiras de qualquer início de governo. Vamos procurar colocar pessoas técnicas para que possam desenvolver o seu trabalho", disse.

Em seu discurso de posse, Kassab prometeu ainda comandar o ministério em parceria com a CGU (Controladoria-Geral da União) e o TCU (Tribunal de Contas da União).

Questionado sobre a articulação de um novo partido, Kassab afirmou que está licenciado da presidência do PSD e que não poderia comentar o assunto. "Eu não articulo nada. A partir de hoje eu sou ministro das Cidades e essa é minha função."

Já está em vigor, também, o não pagamento de passagens por estudantes de baixa renda

O preço do transporte coletivo – ônibus, metrô e trem – na cidade de São Paulo aumenta de R$ 3 para R$ 3,50 a partir de amanhã (6), segundo a prefeitura. O custo da integração entre os sistemas de ônibus e sobre trilhos passará de R$ 4,65 para R$ 5,45.

Já está em vigor, também, o não pagamento de passagens por estudantes de baixa renda passam. Antes da medida, esses alunos custeavam metade do valor da tarifa. Os estudantes que têm direito ao benefício poderão usufruir do passe livre a partir do início do ano letivo, em fevereiro.

Com o cartão de estudante, válido para 48 viagens ao mês, 505 mil estudantes devem ser beneficiados, dos quais 360 mil da rede pública e 145 mil da rede particular.

Quem carregar o bilhete único comum, hoje (5) no valor máximo de R$ 200, pode viajar com o valor da tarifa antiga até o crédito esgotar. As tarifas do bilhete único mensal – R$ 140 ou R$ 230 na versão integrada –, semanal – R$ 38 ou R$ 60 na versão integrada – e diário  nos valores de R$ 10 ou R$ 16 na versão integrada, não sofrerão alteração.

A prefeitura argumenta que o aumento é necessário, pois o último reajuste de tarifa na cidade ocorreu em janeiro de 2011. Desde então, a inflação acumulada foi 27%. O reajuste atual nas passagens foi inferior, 16,67%.

Em junho de 2013, quando foi anunciado o aumento das passagens na capital paulista, uma onda de manifestações se espalhou pelo país, contra a elevação das tarifas. Uma das lideranças desse protesto, o Movimento Passe Livre (MPL), convocou um novo ato para sexta-feira (9), às 17h, em frente ao Theatro Municipal.

Hoje, às 17h, o movimento faz uma aula pública em frente ao prédio da prefeitura, no Viaduto do Chá, para debater os problemas do transporte coletivo. Um dos palestrantes é Lúcio Gregori, ex-secretário municipal de Transportes, que nos anos 90 elaborou um projeto de tarifa zero para a capital paulista.

O partido Solidariedade (SDD) oficializou neste sábado (21) o apoio da sigla à candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República. O tucano, que foi aclamado candidato pelo PSDB no dia 14, prestigiou a convenção nacional do aliado oposicionista, em São Paulo.

Durante o evento partidário, os integrantes do Solidariedade aprovaram a indicação do nome dopresidente da Força Sindical, Miguel Torres, para a vaga de vice na chapa encabeçada por Aécio. A indicação serve apenas como sugestão para a cúpula do PSDB, que ainda não definiu quem irá compor a chapa presidencial ao lado do senador mineiro.

Ao chegar à convenção do Solidariedade, Aécio reiterou que só irá fazer o anúncio do seu vice em 30 de junho e que o nome que será anunciar deve ser "complementar" a sua candidatura.

"O que há é um excesso de nomes qualificados. Nosso problema é um problema bom. É como o problema do Felipão, tem muita gente boa no banco para entrar e muita gente boa em campo", brincou o candidato do PSDB.

Questionado sobre a possibilidade de o ex-senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) ser indicado para ser seu vice, Aécio afirmou que o cearense "é um dos nomes qualificados à disposição do partido".

Apesar de seu partido ter sugerido o nome do presidente da Força Sindical para a vaga de vice, o presidente do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva, disse durante o evento partidário que ele tem tentado negociar a candidatura do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles (PSD) para a vaga.

Segundo Paulinho, a oferta do posto de vice para Meirelles é uma tentativa de assegurar o apoio do PSD à candidatura de Aécio. "Acho que isso [apoio do PSD] não está sendo fácil de costurar, mas vamos ver até o final da semana que vem", ressaltou o presidente do SDD.

Sabe qual é a palavra que mais se fala hoje na convenção nacional do PT? É em mudança. Esse governo é tão ruim que até o PT quer mudar. Nós vamos mudar, mas vamos mudar
sem
o PT"
Aécio Neves,
candidato do PSDB à Presidência

'Mudança'
Ao discursar no evento, Aécio fez uma ironizou a campanha do PT, que fala em "mudança" eoficializou neste sábado a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência. "Sabe qual é a palavra que mais se fala hoje na convenção nacional do PT? É em mudança. Esse governo é tão ruim que até o PT quer mudar. Nós vamos mudar, mas vamos mudar sem o PT", declarou.

Vestido com um casaco do novo partido aliado, Aécio agradeceu o Solidariedade, por ser a primeira sigla a declarar apoio a sua candidatura. "O Solidariedade nasce na oposição porque ele compreendeu que invés de ficar ao lado do governo e dos seus favores ele queria ficar ao lado dos trabalhadores brasileiros", afirmou.

Ao lado de Geraldo Alckmin, José Serra e Paulinho da Força, o candidato do PSDB voltou a defender uma mudança na esfera federal. "Eu quero convidar o Solidariedade para governarmos juntos o Brasil e implementarmos uma nova agenda para que possamos tirar o Brasil da estagnação, acabar com o processo de desindustrialização que desemprega brasileiros em todas as partes", afirmou.

Ele voltou a ressaltar a criticar as denúncias de corrupção que envolveram a administração da Petrobras. "Vamos, Paulinho, reconciliar o Brasil com a decência e com a honestidade que abandonaram o governo federal. Vamos reestatizar as empresas públicas, como a Petrobras, tirando das garras de um partido político que a ocupou em benefício próprio e do seu governo", afirmou no palanque.

Programa de governo
Nesta sexta-feira (20), Aécio Neves anunciou os nomes de parte dos coordenadores de seu programa de governo. Ex-presidente do Banco Central, o economista Arminio Fraga irá comandar a equipe que formulará as propostas para a área econômica do presidenciável tucano. O ex-governador de Minas Gerais Antonio Anastasia coordenará a elaboração do programa de governo do PSDB.

Convenção nacional do Solidariedade oficializou o apoio do partido oposicionista à candidatura de Aécio Neves (Foto: Letícia Macedo / G1)Convenção nacional do Solidariedade oficializou o apoio do partido oposicionista à candidatura de Aécio Neves (Foto: Letícia Macedo / G1)

Partido Socialista Brasileiro (PSB) confirmou nesta sexta-feira (20) a aliança com o PSDB em busca da reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB) durante convenção estadual realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo, na Zona Sul da capital paulista.

Com a coligação, o governo tucano contará com um vice do partido do presidenciável Eduardo Campos. O deputado Márcio França, presidente estadual da sigla, deve ser o indicado para concorrer ao cargo no Palácio dos Bandeirantes. O nome do candidato do PSB será definido em uma nova convenção do partido, no dia 29 deste mês.

O pré-candidato do PSB à presidência da República participou do evento nesta sexta e defendeu a unidade do partido. "Estamos saindo unificados. Confio na solução do partido em São Paulo para ajudar o partido nacionalmente", afirmou.

A pré-candidata ao cargo de vice, Marina Silva, da Rede, não compareceu. O PSB deve definir nesta semana que a vaga ao Senado deverá ficar com o partido de Marina, embora ele não tenha registro oficial.  No próximo dia 28, Campos e Marina deverão realizar a convenção nacional que definirá a candidatura à presidência da República.

Aécio aprova
O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, defendeu a aliança entre os tucanos de São Paulo com o PSB.

“Eu sempre apostei e estimulei soluções naturais na política. O natural que forças políticas que vem caminhando juntas não deixem de caminhar juntas por razão do processo eleitoral. É natural que aqueles que de alguma forma veem identidade no projeto que estão participando continue nele. Vejo algo como absolutamente natural. Há muitos meses atrás, eu defendi a participação do PSB na aliança com o Alckmin”, afirmou.

Aécio disse que nenhum outro partido "tem a situação mais privilegiada" do que o PSDB. "Temos o governador de São Paulo altamente avaliado como nosso companheiro, ao nosso lado nessa campanha. Lideranças  como Fernando Henrique, José Serra, o senador Aluísio Nunes. Eu diria que gostaria de poder ter o conforto e a força que temos em São Paulo. Estamos trabalhando para vencer as eleições em São Paulo”.

A aliança entre PSDB e PSB vai gerar muito desconforto entre alguns candidatos que terão que dividir palanques políticos em algumas regiões do país. A candidata a vice-presidente Marina Silva é uma das aliadas que condena a nova coligação.

Para o deputado tucano Duarte Nogueira, presidente do diretório em São Paulo, a medida não trará prejuízos. "No caso do PSDB, nós temos homologado em convenção o nosso candidato à Presidência da República, assim como o PSB fará com o Campos. Isso não é incompatível, nosso regime democrático permite esta aliança no âmbito estadual

sem
prejuízo ao nosso trabalho e as nossas candidaturas no âmbito federal", disse.

 

Para Nogueira, a situação vai se repetir em vários estados brasileiros. O presidente estadual do PSB, o deputado Márcio França, provável vice de Alckmin na reeleição, declarou inclusive que o governador tucano será visto nas mesmas agendas públicas que o presidenciável Eduardo Campos, apesar de Aécio Campos ser o candidato do PSDB à Presidência da República. "Na medida em que surgirem eventos que sejam comuns, eles farão em conjunto. Quando não houver, farão separados", disse.

Segundo França, a coligação era necessária para o partido na esfera estadual, pois uma candidatura própria seria enfraquecida devido ao pouco tempo de TV que o partido teria. "Se nós tivéssemos um palanque próprio seria um palanque pequeno, com 54 segundos, e uma multidão de candidatos. Possivelmente seria uma candidatura difícil de ser levada para o interior. A gente optou em estar com o governador e dividir o espaço que é dele", argumentou.

Os delegados do PSB aprovaram chapas de 150 pré-candidatos a deputado federal e de 140 candidatos a deputado estadual.

Alianças
Com a aliança anunciada nesta sexta-feira, o ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), que tentava uma reaproximação com o governador Geraldo Alckmin (PSDB) perdeu sua vaga de vice. Apesar do anúncio do acordo com PSB, o secretário da Casa Civil de Alckmin, Edson Aparecido, deixou claro que não vai desistir de uma nova aliança com o PSD, do ex-prefeito Gilberto Kassab.

"O PSDB vai continuar as suas conversações com o ex prefeito Kassab. Ele é um aliado histórico nosso, o PSD é um partido importante em São Paulo com representação parlamentar tanto estadual quanto federal. Vamos continuar as conversações para compor a chapa majoritária com a gente", ressaltou Aparecido.

Kassab está na mira dos adversários do tucano e foi procurado, na última semana, por aliados dos candidatos Alexandre Padilha, do PT, e de Paulo Skaff, do PMDB. O ex-prefeito já sinalizou aos seus aliados políticos que uma aliança estadual com o PT é inviável, já que a gestão do político é alvo frequente de críticas do atual prefeito, o petista Fernando Haddad.

Uma aliança com Skaff, que aparece em segundo lugar nas pesquisas eleitorais, está mais próxima de ocorrer. No entanto, Kassab ainda não descartou a possibilidade de uma candidatura própria. A decisão será tomada no dia 30 deste mês.

Uma tríplice aliança estadual, onde PSB ficaria com o cargo de vice na chapa tucana e o PSD concorreria à vaga no Senado não é cogitada por Kassab.

tópicos:

Se as eleições fossem hoje, a presidente Dilma Rousseff receberia 39% dasintenções de voto, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira (19). Em maio, ela tinha 40%.

pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 15 deste mês, logo após a abertura daCopa do Mundo, em que Dilma foi hostilizada pelos torcedores.

O pré-candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) oscilou positivamente dentro da margem de erro, ficando com 21%, ante 20% em maio. Em terceiro, aparece Eduardo Campos (PSB), que recebeu 10%, contra 11% no mês passado.

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"Tiroteio eleitoral"; veja frases133 fotos

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9.mai.2014 - "O dado relevante é que (...) mais de 70% da população quer mudanças e mudanças profundas", afirmou Aécio Neves, pré-candidato tucano à presidência da República, comentando o aumento nas intenções de voto na pesquisa Datafolha Leia mais Pedro Ladeira/Folhapress/Arte UOL

O Pastor Everaldo (PSC) aparece em seguida com 3%. Magno Malta (PR) vem depois com 2%, e José Maria (PSTU), com 1%. Outros candidatos --Eymael (PSDC),Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB) e Randolfe Rodrigues (PSOL) – aparecem com menos de 1%.

Entre os eleitores ouvidos, 13% votariam branco ou nulo, enquanto 8% não sabem ou não responderam.

Na simulação divulgada hoje, Dilma não conseguiria vencer no primeiro turno, já que a somatória de todos os outros candidatos atinge 40%, contra 39% da presidente.

Ao todo, foram ouvidas 2.002 pessoas, em 142 municípios em todas as regiões brasileiras.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo com o Protocolo BR-00171/2014.

Segundo turno

As simulações de um eventual segundo turno mostram uma vitória mais apertada para a presidente Dilma.

Contra Aécio Neves, a petista venceria com 43% (mesmo percentual do mês passado), mas o tucano levaria 30% dos votos, contra 23% que ele recebeu em maio.

Se a disputa for contra Eduardo Campos, Dilma também ganharia a eleição, com 43%, mas o pessebista também chegaria mais perto, com 27%, ante 22% recebidos no mês passado.

Rejeição

Os entrevistados também apontaram em quais candidatos não votariam de jeito nenhum. Dilma apareceu com 43% de rejeição (ante 33% em maio), seguida por Campos, com 33% (contra 13% no último levantamento). Aécio não seria votado por 32% dos pesquisados (ante 20%).

Aprovação do governo

A aprovação do governo da presidente Dilma Rousseff caiu, se comparada com o levantamento feito em março pela CNI/Ibope.

O percentual dos que acham o governo Dilma 'ótimo' ou 'bom' recuou de 36% para 31% em junho, enquanto o percentual dos que o consideram ruim ou péssimo aumentou de 27% para 33%--maior percentual desde o início do seu governo.

A aprovação à maneira de Dilma governar também caiu: foi de 51% para 44. Entre os que desaprovam, o percentual subiu de 43% para 50% -- atingindo um percentual maior ao registrado em julho do ano passado, logo após a onda de protestos no país.

Também foi questionado o nível de confiança da presidenta: 41% dizem confiar em Dilma, contra 52% que não confiam.

Áreas específicas

A pesquisa analisou nove aéreas específicas da gestão Dilma, como educação e saúde, e em todas elas o percentual dos que desaprovam passa de 50% e supera os que aprovam.

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Dilma, Aécio, Eduardo Campos e outros políticos aderem aos selfies31 fotos

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23.abr.2014 - Senador Aécio Neves, pré-candidato a Presidência da República pelo PSDB, faz selfie com funcionário do Senado, ao sair da comissão de Constituição e Justiça, em Brasília Sérgio Lima/Folhapress

A política de combate à fome e à pobreza é a que mostra o maior crescimento na desaprovação, indo de 49% para 53%, embora continue sendo a mais bem avaliada.

Saúde lidera com o maior índice de desaprovação (78%), seguida pela insatisfação com impostos (77%), segurança pública (75%), combate à inflação (71%), taxa de juros (70%), educação (67%), combate ao desemprego (57%), meio ambiente (52%), e combate à fome e à pobreza (53%).

Lula x Dilma

Em comparação ao governo Lula, o percentual que considera o governo Dilma pior oscilou de 42% para 45%. Os entrevistados que consideram que a gestão da petista está sendo melhor do que a do seu antecessor foi de 11% para 9%.

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Ter, 25 de Fevereiro de 2014 23:26

PT recua e não vai recorrer contra CPI

Escrito por Administrator

PT recua e não vai recorrer contra CPI exclusiva da Petrobras, diz líder do partido

 

O senador Humberto Costa (PT-PE) anunciou, em pronunciamento na tribuna na tarde desta quinta-feira (24), que o PT não vai recorrer ao pleno do STF (Supremo Tribunal Federal) contra a liminar da ministra Rosa Weber que determina que a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras deve investigar somente as denúncias contra a empresa.

Mais cedo, ele havia dito que o partido recorreria da decisão. No entanto, no plenário ele disse que cabe ao Senado decidir se recorre da liminar do Supremo, até mesmo para garantir a independência dos poderes e a autonomia do processo legislativo e para clarear o teor da decisão porque cria, segundo ele, uma jurisprudência para fatos semelhantes que ocorrerem no futuro.

De acordo com o parlamentar, o PT resolveu acatar a liminar para que o processo de instalação da CPI possa andar mais rápido. "De nossa parte, estamos aptos a começar a discutir os membros que comporão a CPI da Petrobras, como todos os partidos que compõem a base do nosso governo, tão logo a comissão seja instalada pelo presidente Renan Calheiros. Queremos investigar tudo e todos. O que não vamos é deixar que um instrumento importante como uma comissão parlamentar de inquérito seja desvirtuada para fins político-eleitorais", afirmou.

O PT, afirmou Humberto Costa, não permitirá no entanto que a CPI seja desvirtuada por objetivos eleitoreiros. Ele também assegurou que o partido segue determinado a investigar as denúncias de cartel no metrô de São Paulo e, por isso, já está coletando assinaturas para a criação de uma nova comissão parlamentar de inquérito. O senador espera contar com o apoio dos senadores do PSDB que disseram que apoiariam essa investigação, se ela não fosse incluída na CPI da Petrobras.

No STF, relatora e mais dois ministros votam por absolver Collor por falta de provas

Relatora da ação penal contra o ex-presidente da República Fernando Collor de Mello, a ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia votou nesta quinta-feira (24) por absolvê-lo do crime de peculato (desvio de dinheiro público), falsidade ideológica e corrupção passiva por falta de provas.

O revisor do processo, ministro Dias Toffoli, também votou pela absolvição, assim como o ministro Luís Roberto Barroso. Ainda faltam os votos dos demais magistrados.

Segundo a ministra, os indícios apresentados pelo Ministério Público Federal são "frágeis", o que "impossibilita a condenação pleiteada". "É preciso certeza, não basta probabilidade", afirmou a relatora, que também fez críticas ao trabalho da acusação. "Não é um primor de denúncia, na minha opinião."

MINISTRA CÁRMEN LÚCIA JUSTIFICA DEMORA EM JULGAMENTO DE COLLOR.

A acusação é da época em que Collor era presidente da República, entre 1990 e 1992. Segundo o Ministério Público Federal, ele teria favorecido empresas de publicidade na assinatura de contratos com o governo federal em troca de propina. O dinheiro seria usado para pagar pensão alimentícia de um filho que Collor teve fora do casamento na década de 80.

Os crimes de falsidade e corrupção já haviam prescrito, ou seja, Collor já não poderia mais ser punido por conta do tempo decorrido, mas a ministra decidiu julgar o mérito mesmo assim para definir se ele teve culpa ou não.

A ação contra Collor foi recebida pela Justiça Federal de Brasília em 2000. Sete anos depois, quando se elegeu senador e passou a ter foro privilegiado, o processo subiu para o STF.

Eleição do novo vice-presidente da Câmara será na próxima terça

A eleição do novo 1º vice-presidente da Câmara dos Deputados está marcada para a próxima terça-feira (29). O eleito, que deverá ser um deputado do PT, vai substituir o também petista André Vargas (PR), que renunciou à vaga na Mesa Diretora depois de denúncias de seu envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal.

As sete cabines de votação já estão sendo montadas no plenário da Câmara, já que a eleição é feita por votação secreta. Para ser eleito, o candidato precisa do apoio de 257 deputados, ou seja, maioria absoluta da Câmara.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), enviou a todos os deputados petistas um ofício que explica as regras da eleição. Como a vaga da primeira vice-presidência foi designada ao PT no início do ano passado, de acordo com a regra da proporcionalidade das bancadas, apenas deputados desse partido poderão concorrer à vaga.

O PT ainda não definiu o candidato oficial – foram divulgados os nomes dos deputados Paulo Teixeira (SP) e Luiz Sérgio (RJ) como pretendentes. Mas qualquer deputado do partido poderá se inscrever como candidato avulso. O prazo para o registro das candidaturas vai até as 19h da próxima segunda-feira.

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