19 Setembro 2014

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O partido Solidariedade (SDD) oficializou neste sábado (21) o apoio da sigla à candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República. O tucano, que foi aclamado candidato pelo PSDB no dia 14, prestigiou a convenção nacional do aliado oposicionista, em São Paulo.

Durante o evento partidário, os integrantes do Solidariedade aprovaram a indicação do nome dopresidente da Força Sindical, Miguel Torres, para a vaga de vice na chapa encabeçada por Aécio. A indicação serve apenas como sugestão para a cúpula do PSDB, que ainda não definiu quem irá compor a chapa presidencial ao lado do senador mineiro.

Ao chegar à convenção do Solidariedade, Aécio reiterou que só irá fazer o anúncio do seu vice em 30 de junho e que o nome que será anunciar deve ser "complementar" a sua candidatura.

"O que há é um excesso de nomes qualificados. Nosso problema é um problema bom. É como o problema do Felipão, tem muita gente boa no banco para entrar e muita gente boa em campo", brincou o candidato do PSDB.

Questionado sobre a possibilidade de o ex-senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) ser indicado para ser seu vice, Aécio afirmou que o cearense "é um dos nomes qualificados à disposição do partido".

Apesar de seu partido ter sugerido o nome do presidente da Força Sindical para a vaga de vice, o presidente do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva, disse durante o evento partidário que ele tem tentado negociar a candidatura do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles (PSD) para a vaga.

Segundo Paulinho, a oferta do posto de vice para Meirelles é uma tentativa de assegurar o apoio do PSD à candidatura de Aécio. "Acho que isso [apoio do PSD] não está sendo fácil de costurar, mas vamos ver até o final da semana que vem", ressaltou o presidente do SDD.

Sabe qual é a palavra que mais se fala hoje na convenção nacional do PT? É em mudança. Esse governo é tão ruim que até o PT quer mudar. Nós vamos mudar, mas vamos mudar
sem
o PT"
Aécio Neves,
candidato do PSDB à Presidência

'Mudança'
Ao discursar no evento, Aécio fez uma ironizou a campanha do PT, que fala em "mudança" eoficializou neste sábado a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência. "Sabe qual é a palavra que mais se fala hoje na convenção nacional do PT? É em mudança. Esse governo é tão ruim que até o PT quer mudar. Nós vamos mudar, mas vamos mudar sem o PT", declarou.

Vestido com um casaco do novo partido aliado, Aécio agradeceu o Solidariedade, por ser a primeira sigla a declarar apoio a sua candidatura. "O Solidariedade nasce na oposição porque ele compreendeu que invés de ficar ao lado do governo e dos seus favores ele queria ficar ao lado dos trabalhadores brasileiros", afirmou.

Ao lado de Geraldo Alckmin, José Serra e Paulinho da Força, o candidato do PSDB voltou a defender uma mudança na esfera federal. "Eu quero convidar o Solidariedade para governarmos juntos o Brasil e implementarmos uma nova agenda para que possamos tirar o Brasil da estagnação, acabar com o processo de desindustrialização que desemprega brasileiros em todas as partes", afirmou.

Ele voltou a ressaltar a criticar as denúncias de corrupção que envolveram a administração da Petrobras. "Vamos, Paulinho, reconciliar o Brasil com a decência e com a honestidade que abandonaram o governo federal. Vamos reestatizar as empresas públicas, como a Petrobras, tirando das garras de um partido político que a ocupou em benefício próprio e do seu governo", afirmou no palanque.

Programa de governo
Nesta sexta-feira (20), Aécio Neves anunciou os nomes de parte dos coordenadores de seu programa de governo. Ex-presidente do Banco Central, o economista Arminio Fraga irá comandar a equipe que formulará as propostas para a área econômica do presidenciável tucano. O ex-governador de Minas Gerais Antonio Anastasia coordenará a elaboração do programa de governo do PSDB.

Convenção nacional do Solidariedade oficializou o apoio do partido oposicionista à candidatura de Aécio Neves (Foto: Letícia Macedo / G1)Convenção nacional do Solidariedade oficializou o apoio do partido oposicionista à candidatura de Aécio Neves (Foto: Letícia Macedo / G1)

Partido Socialista Brasileiro (PSB) confirmou nesta sexta-feira (20) a aliança com o PSDB em busca da reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB) durante convenção estadual realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo, na Zona Sul da capital paulista.

Com a coligação, o governo tucano contará com um vice do partido do presidenciável Eduardo Campos. O deputado Márcio França, presidente estadual da sigla, deve ser o indicado para concorrer ao cargo no Palácio dos Bandeirantes. O nome do candidato do PSB será definido em uma nova convenção do partido, no dia 29 deste mês.

O pré-candidato do PSB à presidência da República participou do evento nesta sexta e defendeu a unidade do partido. "Estamos saindo unificados. Confio na solução do partido em São Paulo para ajudar o partido nacionalmente", afirmou.

A pré-candidata ao cargo de vice, Marina Silva, da Rede, não compareceu. O PSB deve definir nesta semana que a vaga ao Senado deverá ficar com o partido de Marina, embora ele não tenha registro oficial.  No próximo dia 28, Campos e Marina deverão realizar a convenção nacional que definirá a candidatura à presidência da República.

Aécio aprova
O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, defendeu a aliança entre os tucanos de São Paulo com o PSB.

“Eu sempre apostei e estimulei soluções naturais na política. O natural que forças políticas que vem caminhando juntas não deixem de caminhar juntas por razão do processo eleitoral. É natural que aqueles que de alguma forma veem identidade no projeto que estão participando continue nele. Vejo algo como absolutamente natural. Há muitos meses atrás, eu defendi a participação do PSB na aliança com o Alckmin”, afirmou.

Aécio disse que nenhum outro partido "tem a situação mais privilegiada" do que o PSDB. "Temos o governador de São Paulo altamente avaliado como nosso companheiro, ao nosso lado nessa campanha. Lideranças  como Fernando Henrique, José Serra, o senador Aluísio Nunes. Eu diria que gostaria de poder ter o conforto e a força que temos em São Paulo. Estamos trabalhando para vencer as eleições em São Paulo”.

A aliança entre PSDB e PSB vai gerar muito desconforto entre alguns candidatos que terão que dividir palanques políticos em algumas regiões do país. A candidata a vice-presidente Marina Silva é uma das aliadas que condena a nova coligação.

Para o deputado tucano Duarte Nogueira, presidente do diretório em São Paulo, a medida não trará prejuízos. "No caso do PSDB, nós temos homologado em convenção o nosso candidato à Presidência da República, assim como o PSB fará com o Campos. Isso não é incompatível, nosso regime democrático permite esta aliança no âmbito estadual

sem
prejuízo ao nosso trabalho e as nossas candidaturas no âmbito federal", disse.

 

Para Nogueira, a situação vai se repetir em vários estados brasileiros. O presidente estadual do PSB, o deputado Márcio França, provável vice de Alckmin na reeleição, declarou inclusive que o governador tucano será visto nas mesmas agendas públicas que o presidenciável Eduardo Campos, apesar de Aécio Campos ser o candidato do PSDB à Presidência da República. "Na medida em que surgirem eventos que sejam comuns, eles farão em conjunto. Quando não houver, farão separados", disse.

Segundo França, a coligação era necessária para o partido na esfera estadual, pois uma candidatura própria seria enfraquecida devido ao pouco tempo de TV que o partido teria. "Se nós tivéssemos um palanque próprio seria um palanque pequeno, com 54 segundos, e uma multidão de candidatos. Possivelmente seria uma candidatura difícil de ser levada para o interior. A gente optou em estar com o governador e dividir o espaço que é dele", argumentou.

Os delegados do PSB aprovaram chapas de 150 pré-candidatos a deputado federal e de 140 candidatos a deputado estadual.

Alianças
Com a aliança anunciada nesta sexta-feira, o ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), que tentava uma reaproximação com o governador Geraldo Alckmin (PSDB) perdeu sua vaga de vice. Apesar do anúncio do acordo com PSB, o secretário da Casa Civil de Alckmin, Edson Aparecido, deixou claro que não vai desistir de uma nova aliança com o PSD, do ex-prefeito Gilberto Kassab.

"O PSDB vai continuar as suas conversações com o ex prefeito Kassab. Ele é um aliado histórico nosso, o PSD é um partido importante em São Paulo com representação parlamentar tanto estadual quanto federal. Vamos continuar as conversações para compor a chapa majoritária com a gente", ressaltou Aparecido.

Kassab está na mira dos adversários do tucano e foi procurado, na última semana, por aliados dos candidatos Alexandre Padilha, do PT, e de Paulo Skaff, do PMDB. O ex-prefeito já sinalizou aos seus aliados políticos que uma aliança estadual com o PT é inviável, já que a gestão do político é alvo frequente de críticas do atual prefeito, o petista Fernando Haddad.

Uma aliança com Skaff, que aparece em segundo lugar nas pesquisas eleitorais, está mais próxima de ocorrer. No entanto, Kassab ainda não descartou a possibilidade de uma candidatura própria. A decisão será tomada no dia 30 deste mês.

Uma tríplice aliança estadual, onde PSB ficaria com o cargo de vice na chapa tucana e o PSD concorreria à vaga no Senado não é cogitada por Kassab.

tópicos:

Se as eleições fossem hoje, a presidente Dilma Rousseff receberia 39% dasintenções de voto, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira (19). Em maio, ela tinha 40%.

pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 15 deste mês, logo após a abertura daCopa do Mundo, em que Dilma foi hostilizada pelos torcedores.

O pré-candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) oscilou positivamente dentro da margem de erro, ficando com 21%, ante 20% em maio. Em terceiro, aparece Eduardo Campos (PSB), que recebeu 10%, contra 11% no mês passado.

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"Tiroteio eleitoral"; veja frases133 fotos

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9.mai.2014 - "O dado relevante é que (...) mais de 70% da população quer mudanças e mudanças profundas", afirmou Aécio Neves, pré-candidato tucano à presidência da República, comentando o aumento nas intenções de voto na pesquisa Datafolha Leia mais Pedro Ladeira/Folhapress/Arte UOL

O Pastor Everaldo (PSC) aparece em seguida com 3%. Magno Malta (PR) vem depois com 2%, e José Maria (PSTU), com 1%. Outros candidatos --Eymael (PSDC),Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB) e Randolfe Rodrigues (PSOL) – aparecem com menos de 1%.

Entre os eleitores ouvidos, 13% votariam branco ou nulo, enquanto 8% não sabem ou não responderam.

Na simulação divulgada hoje, Dilma não conseguiria vencer no primeiro turno, já que a somatória de todos os outros candidatos atinge 40%, contra 39% da presidente.

Ao todo, foram ouvidas 2.002 pessoas, em 142 municípios em todas as regiões brasileiras.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo com o Protocolo BR-00171/2014.

Segundo turno

As simulações de um eventual segundo turno mostram uma vitória mais apertada para a presidente Dilma.

Contra Aécio Neves, a petista venceria com 43% (mesmo percentual do mês passado), mas o tucano levaria 30% dos votos, contra 23% que ele recebeu em maio.

Se a disputa for contra Eduardo Campos, Dilma também ganharia a eleição, com 43%, mas o pessebista também chegaria mais perto, com 27%, ante 22% recebidos no mês passado.

Rejeição

Os entrevistados também apontaram em quais candidatos não votariam de jeito nenhum. Dilma apareceu com 43% de rejeição (ante 33% em maio), seguida por Campos, com 33% (contra 13% no último levantamento). Aécio não seria votado por 32% dos pesquisados (ante 20%).

Aprovação do governo

A aprovação do governo da presidente Dilma Rousseff caiu, se comparada com o levantamento feito em março pela CNI/Ibope.

O percentual dos que acham o governo Dilma 'ótimo' ou 'bom' recuou de 36% para 31% em junho, enquanto o percentual dos que o consideram ruim ou péssimo aumentou de 27% para 33%--maior percentual desde o início do seu governo.

A aprovação à maneira de Dilma governar também caiu: foi de 51% para 44. Entre os que desaprovam, o percentual subiu de 43% para 50% -- atingindo um percentual maior ao registrado em julho do ano passado, logo após a onda de protestos no país.

Também foi questionado o nível de confiança da presidenta: 41% dizem confiar em Dilma, contra 52% que não confiam.

Áreas específicas

A pesquisa analisou nove aéreas específicas da gestão Dilma, como educação e saúde, e em todas elas o percentual dos que desaprovam passa de 50% e supera os que aprovam.

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Dilma, Aécio, Eduardo Campos e outros políticos aderem aos selfies31 fotos

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23.abr.2014 - Senador Aécio Neves, pré-candidato a Presidência da República pelo PSDB, faz selfie com funcionário do Senado, ao sair da comissão de Constituição e Justiça, em Brasília Sérgio Lima/Folhapress

A política de combate à fome e à pobreza é a que mostra o maior crescimento na desaprovação, indo de 49% para 53%, embora continue sendo a mais bem avaliada.

Saúde lidera com o maior índice de desaprovação (78%), seguida pela insatisfação com impostos (77%), segurança pública (75%), combate à inflação (71%), taxa de juros (70%), educação (67%), combate ao desemprego (57%), meio ambiente (52%), e combate à fome e à pobreza (53%).

Lula x Dilma

Em comparação ao governo Lula, o percentual que considera o governo Dilma pior oscilou de 42% para 45%. Os entrevistados que consideram que a gestão da petista está sendo melhor do que a do seu antecessor foi de 11% para 9%.

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Ter, 25 de Fevereiro de 2014 23:26

PT recua e não vai recorrer contra CPI

Escrito por Administrator

PT recua e não vai recorrer contra CPI exclusiva da Petrobras, diz líder do partido

 

O senador Humberto Costa (PT-PE) anunciou, em pronunciamento na tribuna na tarde desta quinta-feira (24), que o PT não vai recorrer ao pleno do STF (Supremo Tribunal Federal) contra a liminar da ministra Rosa Weber que determina que a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras deve investigar somente as denúncias contra a empresa.

Mais cedo, ele havia dito que o partido recorreria da decisão. No entanto, no plenário ele disse que cabe ao Senado decidir se recorre da liminar do Supremo, até mesmo para garantir a independência dos poderes e a autonomia do processo legislativo e para clarear o teor da decisão porque cria, segundo ele, uma jurisprudência para fatos semelhantes que ocorrerem no futuro.

De acordo com o parlamentar, o PT resolveu acatar a liminar para que o processo de instalação da CPI possa andar mais rápido. "De nossa parte, estamos aptos a começar a discutir os membros que comporão a CPI da Petrobras, como todos os partidos que compõem a base do nosso governo, tão logo a comissão seja instalada pelo presidente Renan Calheiros. Queremos investigar tudo e todos. O que não vamos é deixar que um instrumento importante como uma comissão parlamentar de inquérito seja desvirtuada para fins político-eleitorais", afirmou.

O PT, afirmou Humberto Costa, não permitirá no entanto que a CPI seja desvirtuada por objetivos eleitoreiros. Ele também assegurou que o partido segue determinado a investigar as denúncias de cartel no metrô de São Paulo e, por isso, já está coletando assinaturas para a criação de uma nova comissão parlamentar de inquérito. O senador espera contar com o apoio dos senadores do PSDB que disseram que apoiariam essa investigação, se ela não fosse incluída na CPI da Petrobras.

No STF, relatora e mais dois ministros votam por absolver Collor por falta de provas

Relatora da ação penal contra o ex-presidente da República Fernando Collor de Mello, a ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia votou nesta quinta-feira (24) por absolvê-lo do crime de peculato (desvio de dinheiro público), falsidade ideológica e corrupção passiva por falta de provas.

O revisor do processo, ministro Dias Toffoli, também votou pela absolvição, assim como o ministro Luís Roberto Barroso. Ainda faltam os votos dos demais magistrados.

Segundo a ministra, os indícios apresentados pelo Ministério Público Federal são "frágeis", o que "impossibilita a condenação pleiteada". "É preciso certeza, não basta probabilidade", afirmou a relatora, que também fez críticas ao trabalho da acusação. "Não é um primor de denúncia, na minha opinião."

MINISTRA CÁRMEN LÚCIA JUSTIFICA DEMORA EM JULGAMENTO DE COLLOR.

A acusação é da época em que Collor era presidente da República, entre 1990 e 1992. Segundo o Ministério Público Federal, ele teria favorecido empresas de publicidade na assinatura de contratos com o governo federal em troca de propina. O dinheiro seria usado para pagar pensão alimentícia de um filho que Collor teve fora do casamento na década de 80.

Os crimes de falsidade e corrupção já haviam prescrito, ou seja, Collor já não poderia mais ser punido por conta do tempo decorrido, mas a ministra decidiu julgar o mérito mesmo assim para definir se ele teve culpa ou não.

A ação contra Collor foi recebida pela Justiça Federal de Brasília em 2000. Sete anos depois, quando se elegeu senador e passou a ter foro privilegiado, o processo subiu para o STF.

Eleição do novo vice-presidente da Câmara será na próxima terça

A eleição do novo 1º vice-presidente da Câmara dos Deputados está marcada para a próxima terça-feira (29). O eleito, que deverá ser um deputado do PT, vai substituir o também petista André Vargas (PR), que renunciou à vaga na Mesa Diretora depois de denúncias de seu envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal.

As sete cabines de votação já estão sendo montadas no plenário da Câmara, já que a eleição é feita por votação secreta. Para ser eleito, o candidato precisa do apoio de 257 deputados, ou seja, maioria absoluta da Câmara.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), enviou a todos os deputados petistas um ofício que explica as regras da eleição. Como a vaga da primeira vice-presidência foi designada ao PT no início do ano passado, de acordo com a regra da proporcionalidade das bancadas, apenas deputados desse partido poderão concorrer à vaga.

O PT ainda não definiu o candidato oficial – foram divulgados os nomes dos deputados Paulo Teixeira (SP) e Luiz Sérgio (RJ) como pretendentes. Mas qualquer deputado do partido poderá se inscrever como candidato avulso. O prazo para o registro das candidaturas vai até as 19h da próxima segunda-feira.

Demonstrativo de Crédito de Benefícios pode ser retirado em agência bancária PDF Imprimir E-mail

 

Qui, 16 de Janeiro de 2014 08:09

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De acordo com a Resolução nº 320/13, publicada no Diário Oficial da União em 11 de julho de 2013 pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, o Demonstrativo de Crédito de Benefício – DCB, é disponibilizado mensalmente pelas instituições financeiras pagadoras de benefícios do INSS, em seus terminais de autoatendimento.

A apresentação do DCB é necessária para comprovar a renda do beneficiário do INSS junto a órgãos públicos e empresas, solicitação de desconto ou isenção no IPTU e de tarifa do transporte público, entre outros.

O documento tem validade de 90 dias e as instituições financeiras disponibilizam o DCB do mês corrente ou dos últimos três meses, gratuitamente.

O acesso ao demonstrativo é realizado com a utilização do cartão de pagamento ou da conta corrente, conforme os critérios de segurança de cada instituição financeira. Ele também pode ser disponibilizado na Internet, a critério de cada banco, para o beneficiário que recebe via crédito em conta.

A Resolução nº 320/13 busca simplificar o atendimento ao cidadão, permitindo que ele retire o demonstrativo na agência onde recebe o benefício, eliminando a necessidade de se dirigir até uma agência do INSS para obter certidão comprobatória de renda.

Prefeito se reúne com vereadores para apresentar planejamento para 2014 PDF Imprimir E-mail

 

Seg, 06 de Janeiro de 2014 14:00

prefeito_recebe_vereadores_2


O prefeito iniciou o ano de 2014 se reunindo com os vereadores para apresentar as propostas do governo para o ano. A reunião foi realizada no paço municipal e contou com a presença dos vereadores Edicarlos Candiani Luna, que também é presidente da Câmara; Angelo Botan, Ciro Negreti, Cleber Silva, João Batista, Márcio Alves dos Santos (Gallo), Osvando Ferreira dos Santos, Paulo Batista Nantes (Minhoca), Salvador Philomeno, Tatiana Salles e Valdemir Rodrigues da Silva (Grandão).

“No ano passado conseguimos alinhar as propostas do Executivo com o Legislativo, sempre visando melhorias para a cidade e priorizando a população. Isso foi conquistado graças à transparência e respeito que nosso governo tem com a Câmara, mantendo essa relação participativa. Para esse ano, nosso objetivo é continuar contando com o apoio e a participação dos vereadores para que a cidade continue crescendo”, apontou o prefeito.

O presidente da Câmara, Edicarlos, em nome dos vereadores, concorda que o bom relacionamento entre o Executivo e o Legislativo traz benefícios para a cidade: “Como representantes do povo, nosso objetivo é sempre trabalhar pela população, estar atento aos projetos da Prefeitura e às necessidades dos cidadãos. Felizmente temos um bom relacionamento com a atual Administração, o que tem trazido bons resultados para o município”, finalizou.

O prefeito frisou a importância do planejamento no governo, como com o Plano de Ações e Desenvolvimento de Itupeva – PADI, que trata das principais e maiores obras da Prefeitura para os próximos anos, totalizando mais de R$ 315 milhões de investimentos. “As pessoas podem acompanhar o que será feito, inclusive, várias das obras já estão iniciadas. Esse é o maior plano de investimento que Itupeva já viu, são mais de R$ 315 milhões, contando verba federal, estadual e de recursos próprios do município, além de investimentos da iniciativa privada, que vêm como contrapartida, visando alinhar o desenvolvimento econômico com o desenvolvimento social para cuidar das pessoas”, explicou o prefeito. “É importante dar prosseguimento ao que realizamos no ano anterior, detalhando nosso planejamento para os próximos meses para que possamos realizar as obras e ações de forma responsável e competente”, conclui.

Qua, 15 de Janeiro de 2014 21:16

Chapa do PSB

Escrito por Administrator

Chapa do PSB não preocupa, dizem tucanos e petistas locais


CAIO ESTEVES Para o deputado tucano, eleitores do PSDB já estão consolidados

Para o deputado tucano, eleitores do PSDB já estão consolidados

Para o PSDB e PT em Jundiaí, a chapa do governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, pela presidência da República, não sinaliza o fim da histórica polarização entre petistas e tucanos na corrida eleitoral ao Executivo do país.


Nem a aliada de Campos e possível vice dele, Marina Silva, impressiona o presidente da Câmara de Jundiaí, Gerson Sartori (PT), e o deputado federal, Luiz Fernando Machado (PSDB), que querem vagas no Congresso neste ano.

Contrários a uma leva de opiniões que considera a possibilidade do PSB crescer na disputa à presidência ou, ao menos, na divisão de opinião do eleitorado, os dois políticos defendem a ´força´ de suas legendas, mesmo que o cenário nacional demonstre fragilidades às duas - investigações de casos de corrupção pairam sobre o PSDB, no caso dos trens de São Paulo, e, no PT, com as prisões de condenados do mensalão.

As críticas ficam afiadas no contexto de oposição. "Não vai ter divisão nenhuma. O PT está firme na disputa. A briga, agora, é entre o PSDB e o PSB. Foi o PSDB que perdeu espaço para o PSB e enfraqueceu.

Nacionalmente, o PSDB é um partido atordoado", opina Sartori. "Se buscarmos dados históricos, o PT e o PSDB sempre polarizaram as últimas eleições. Com isso, o PSDB tem eleitores cristalizados", afirma Luiz Fernando.

Há quem acredite que o anúncio da candidatura de Campos com Marina acenda o sinal amarelo para o candidato do PSDB, o senador mineiro Aécio Neves, provável adversário na disputa pelo segundo lugar no primeiro turno. "Até outro dia, o Campos era aliado do PT. Não acho que ele consiga trabalhar com o eleitor da mudança", diz o deputado tucano.

Em um ponto, Luiz Fernando e Sartori concordam. Para eles, a força de Marina nas eleições de 2010 não é suficiente para nova disputa. "Nós respeitamos. Mas ela não conseguiu criar nem o partido dela", cutuca o petista. "Campos é um político tradicional. Marina tem um discurso de quase ´não-política´. É um cenário muito novo, difícil de avaliar como o eleitor dela irá reagir e se votará nele", avalia Luiz Fernando.

Para o doutor em sociologia e professor da Universidade de São Paulo (USP), Wagner Iglecias, há uma tensão eleitoral que pode ser utilizada pela chapa de Campos, mas é preciso estar combinada com o eleitorado, já que a polarização PT/PSDB é mesmo tradicional.

"Desde a volta das eleições diretas para presidente no Brasil, em 1989, apenas naquele ano, tal polarização não aconteceu. Depois (1994,1998, 2002, 2006 e 2010) ela ocorreu", lembra.

Segundo ele, PT e PSDB também representam dois projetos diferentes de Brasil - um que aposta no Estado como motor de desenvolvimento e outro que acredita nele, como regulador, respectivamente. Mas, talvez, ao eleitor, não haja distinção. "O eleitorado tem apontado para a possibilidade de esgotamento desta polaridade. A votação de Marina, em 2010, com 20 milhões de votos, pode ser um indicador disso", frisa o especialista.

Raquel Loboda Biondi, do JJ Regional

Qua, 20 de Novembro de 2013 22:51

PSD só participará do governo em caso de

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PSD só participará do governo em caso de reeleição de Dilma, diz Kassab

O ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), afirmou nesta quarta-feira (20) que o apoio declarado à pré-candidatura da presidente Dilma Rousseff ao Planalto, no ano que vem, não está condicionado a cargos neste governo. Ele disse, contudo, que em um eventual segundo mandato petista, irá participar da gestão e fazer indicações para cargos.

Kassab formalizou nesta quarta apoio à candidatura de Dilma, numa visita feita pela presidente à sede de seu partido.

"Acreditamos que o melhor para o Brasil é a continuidade do governo Dilma Rousseff", disse Kassab.

Ao lado dela, disse que "desde o início" sabia que essa aliança "ia acontecer", mas, depois de uma reunião de quase duas horas, afirmou que o PSD não aderiu formalmente à base aliada no Congresso.

"É evidente que continua o apoio no sentido de votar todos os projetos que sejam bons para o país. É uma aproximação a mais em relação a esse governo. Não vamos participar do governo, podemos até participar do governo, mas esse apoio ele não está vinculado a nenhuma participação de governo", disse Kassab.

Ele disse que o partido não vai "pleitear nada" e que, apesar de o ministro Afif Domingos (Secretaria da Micro e Pequena Empresa) ocupar cargo no governo, não se trata ali de uma indicação partidária.

Beto Nociti/Futura Press/Folhapress
Dilma se encontro com Gilberto Kassab em visita à sede do PSD em Brasília
Dilma se encontro com Gilberto Kassab em visita à sede do PSD em Brasília

"Essa independência cada vez mais se confunde com apoio ao governo. O partido para ser do governo não precisa ter cargos no governo. No futuro governo, caso a presidente se reeleja, essa é a nossa vontade, nós iremos sim participar do governo, inclusive fazendo indicações. Se perdermos, vamos para a oposição", ressaltou o ex-prefeito.

Questionado se o apoio ao PSD foi formalizado como um sinal de trégua nas acusações de irregularidades na Prefeitura de São Paulo durante a sua gestão e que respingam no atual prefeito, Fernando Haddad (PT), disse que "é evidente que não".

"E não são ex-assessores. São servidores concursados, em sua grande maioria, em um trabalho que acertadamente o prefeito Haddad faz de combate à corrupção. E que eu fiz e que é importante que todos façam."

 

A aliança, disse ele, não contemplará interesses regionais. "Em São Paulo, o PT vai ter o seu candidato e o PSD o seu candidato. É uma situação que é pública", disse. Sobre MG, afirmou também que não há definição de apoio nem ao PT nem ao PSDB.

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