17 Abril 2014

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Francisco Morato
Ter, 25 de Fevereiro de 2014 23:26

Uma nova conquista para Cajamar

Escrito por Administrator

Uma nova conquista para Cajamar

 

Prefeito Daniel Fonseca, primeira-dama Néia Fonseca, vice-prefeita

 

Fátima Lima, vereadores, moradores e líderes de bairros, inauguram

 

EMEB Professora Elaine Margarete Meneguim da Silva, em Cajamar-

Centro, com 115 vagas de creche no período integral, 245 para o ensino

 

infantil e 45 para o fundamental no período parcial

 

A Prefeitura de Cajamar inaugurou no sábado, 22 de fevereiro, a EMEB

 

Professora Elaine Margarete Meneguim da Silva, localizada na avenida

 

Dr. Antonio João Abdalla, nº 83, em Cajamar-Centro. A nova unidade

 

educacional tem dois pavimentos, 12 salas de aula, sala de informática,

 

brinquedoteca, dois berçários, lactário, fraldário, playground, refeitório,

 

casa do zelador e pátio coberto.

 

Foram disponibilizadas 115 vagas de creche no período integral, 245 para

 

o ensino infantil e 45 para o fundamental no período parcial. As crianças

 

ainda receberão refeições diárias e transporte gratuito. “Essa escola foi uma

 

benção para nós porque antes tinha que levar meus filhos para Jordanésia

 

ou Polvilho, mas agora acabou esse problema porque a escola é muito

 

grande e tem bastante vaga”, disse a moradora Maria da Conceição.

 

O prefeito Daniel Fonseca, primeira-dama Néia Fonseca, vice-prefeita

 

Fátima Lima, vereadores Pezão (presidente da Câmara), Jaziel, Saulo,

 

Edinho Domingues, Carlinhos da Padaria, Pretinho, Neizão, Cidão,

 

Professora Gabi, Reinaldão, Adriano Tica e Professor Brandão, também

 

participaram da cerimônia que ainda contou com as presenças do ex-

prefeito Messias, ex-deputado federal Bebeto Haddad, diretora de

 

Educação Lúcia de Carvalho, diretor de Obras Junior Missé, entre outros

 

diretores, moradores e líderes de bairros.

 

“Os moradores criaram a expectativa e agora comemoram essa conquista.

 

Quanto mais desafios enfrentamos, mais fantásticas são nossas vitórias. Já

 

construímos 50 casas populares no Cimiga, 250 na Vila Progresso e mais

 

311 agora no Cimiga I. Implantamos a base da Guarda Civil Municipal,

 

estamos regularizando bairros para entrega de escrituras, implantamos

 

redes de água e energia elétrica, reformamos o posto de saúde e a antiga

 

escola Elaine, construímos e entregamos uma nova escola completamente

 

moderna, estamos pavimentando o Cimiga e em breve vamos levar

 

pavimento para Vila Nova, Florim, Olaria e Água Fria, entre outros

 

 

 

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

Departamento de Comunicação e Imprensa

 

Contatos: (11) 4446 – 7506 / (11) 4446 – 7673

 

Release Prefeitura de Cajamar

 

 

 

www.cajamar.sp.gov.br

 

----------------------------------------------------------------------------------------

 

benefícios para Cajamar-Centro e toda a cidade”, disse o prefeito Daniel

 

Fonseca.

 

Durante a cerimônia de inauguração foi feita uma homenagem para a

 

família da professora Elaine Margarete Meneguim da Silva, que dá nome à

 

nova escola.

 

“Já realizamos muito por Cajamar e podem confiar que faremos ainda

 

mais. Tentam parar o Daniel de todas as formas para que essas conquistas

 

não cheguem até a população, eles não querem que mais uma escola

 

tenha o nome do Daniel como prefeito que construiu, mas eu confio num

 

Deus vivo que me protege e vou até o fim! Quero agradecer todos os

 

moradores e vereadores pela colaboração na construção deste trabalho e se

 

continuarmos unidos num mesmo propósito vamos realizar projetos ainda

 

maiores”, finalizou o prefeito.

 

FOTOS: JAIR OLIVEIRA

Ter, 28 de Janeiro de 2014 20:42

2013 deixa saldo positivo para o PSDB

Escrito por Administrator

2013 deixa saldo positivo para o PSDB

Carlos Sampaio, Líder do partido na Câmara em 2013, faz balanço em entrevista

Encerrando seu trabalho na Liderança do PSDB na Câmara, o deputado federal Carlos Sampaio (SP), definiu o ano de 2013  como “muito produtivo” para a bancada tucana, garantindo conquistas para a sociedade, como o fim  dos 14º e 15º salários dos parlamentares e do voto secreto e a da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37 – que limitava o poder de investigação do Ministério Público (MP).

Tanto a PEC 37, como o fim dos salários extras foram proposições aprovadas em plenário e que contaram com o apoio decisivo de Sampaio e do PSDB. O líder também mencionou o cenário político para 2014 e o desempenho do governo federal em áreas essenciais e na condução da economia.

Em seguida, os principais trechos da entrevista:

O senhor está prestes a deixar a Liderança do PSDB na Câmara. Que avaliação o senhor faz do ano que passou e como é ser líder do principal partido de oposição ao atual governo?

Carlos Sampaio: Para mim, foi uma honra estar à frente da maior bancada de oposição ao governo na Câmara dos Deputados. Foram muitos os desafios desde que assumi a função de Líder Nacional, em fevereiro do ano passado, e que agora, com muita satisfação, passo para meu amigo deputado Antonio Imbassahy (BA), que dará sequência ao nosso trabalho. Foi um ano muito produtivo. Algumas propostas defendidas por mim e pelo PSDB, tais como o fim dos 14º e 15º salários dos parlamentares, o fim do voto secreto, a derrubada da PEC 37 e o Orçamento Impositivo foram aprovadas no Plenário e tornaram-se conquistas não apenas da oposição, mas de toda a sociedade. Reconheço, contudo, que não é fácil ser oposição num governo que detém a maioria esmagadora dos deputados, já que estamos falando de mais de 400 parlamentares da base contra 90 da oposição. Por outro lado, estamos fazendo a nossa parte, apontando os erros do governo e cobrando explicações e investigações, quando necessárias. Não fazemos oposição por oposição, pois nossa forma de agir é muito diferente da do PT.

Sua atuação parlamentar se pauta pelo seu perfil de promotor público, com ênfase na defesa dos interesses coletivos. Acha que isso o fez ganhar o espaço e a representatividade que tem, sendo reconhecido por entidades como o Congresso em Foco e o Diap?

Sampaio: Acho que todo político, principalmente aquele que representa a população no âmbito nacional, tem que se pautar sempre pelo interesse coletivo, pelo interesse público, independentemente de sua profissão ou formação. Essa foi sempre a minha conduta, desde que ingressei na política, no início dos anos 90, quando fui eleito vereador pelo município de Campinas. É certo que minha formação como promotor de Justiça, por si só, já me impulsiona a ser ainda mais combativo nas questões que envolvem o interesse coletivo. Penso, todavia, que essa postura deveria ser a regra para os homens públicos. O reconhecimento e a representatividade são reflexo das atitudes e da postura do parlamentar. Desde que ingressei na vida pública, tenho pautado minhas ações no sentido de demonstrar que é possível, sim, conciliar política e ética.

Quando e como a política entrou na sua vida?

Sampaio: Ingressei na política quando o saudoso prefeito de Campinas, José Roberto Magalhães Teixeira (morto em 1996, vítima de câncer), um dos políticos mais honrados de nosso país, convidou-me para sair candidato a vereador. Achei que era chegada a hora de sair do campo da crítica e passar para o campo das realizações. Em outras palavras, conversando com os amigos pessoais, com meus familiares e com colegas da Promotoria, da Advocacia e da Magistratura, percebi que, por mais desacreditada que fosse a atividade política, ela era um dos mais importantes instrumentos para que eu pudesse colocar em prática uma série de ideias e ações em prol da coletividade.

Por que escolheu o PSDB?

Sampaio: Além do fato de ter ingressado na política, como já disse, a convite do Magalhães Teixeira, que era do PSDB, sempre me identifiquei com a filosofia do partido. Fora isso, o PSDB foi fundado por figuras relevantes no cenário político brasileiro, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e integravam seus quadros grandes homens públicos, como Mário Covas, José Serra, Geraldo Alckmin e outros, pessoas que eu admirava e admiro pela postura ética e democrática.

Há um cenário que antecipa uma campanha eleitoral no Brasil, com elementos que a sociedade colocou como desafiadores para todas as instituições públicas, inclusive os partidos políticos, desde as manifestações de junho de 2013. Pilares da política de Estado estão comprometidos, como é o caso da saúde, sem financiamento e sem atendimento ideal. A economia está afetada e há sinais claros de uma gestão inexperiente dessa área por parte do Governo Federal. Como o senhor analisa esse quadro?

Sampaio: As manifestações de junho deixaram claro que a população quer mudanças, e mudanças profundas, no País. As últimas pesquisas estão confirmando isso. As pessoas querem saúde e educação de melhor qualidade, querem o Ministério Público investigando os corruptos, querem políticos comprometidos com o social e com o desenvolvimento do País. No entanto, o governo que aí está dá cada vez mais mostras do despreparo técnico e da falta de competência política de seus integrantes para fazer as mudanças necessárias. Com mais de 400 parlamentares na base aliada, Dilma poderia ter feito a reforma que quisesse. Mas não fez! Não fez porque não quis! Para abafar as manifestações das ruas, o governo Dilma lançou mão do “Mais Médicos”, que apenas reduz em parte a insatisfação da população no atendimento básico, mas passa ao largo dos grandes problemas estruturais da Saúde, que requerem investimentos pesados na própria contratação de profissionais – sejam eles brasileiros ou do Exterior -, na compra de equipamentos, na construção de unidades, etc. Na economia, os problemas também são graves, com descontrole da inflação, déficit crescente das contas públicas, crescimento pífio do PIB e por aí vai. O PSDB, em toda sua história, sempre primou pelo controle rígido das contas – uma das principais leis neste sentido, a Lei de Responsabilidade Fiscal, foi criada na gestão de FHC! Também foi na gestão FHC que ocorreu o fim da hiperinflação e a consolidação do Real como moeda forte. São essas as bases de uma economia pujante deixadas pelo PSDB ao seu sucessor, o que não deverá se repetir em 2014, infelizmente.

Do Portal do PSDB na Câmara

Carlos Sampaio, Líder do partido na Câmara em 2013, faz balanço em entrevista

Encerrando seu trabalho na Liderança do PSDB na Câmara, o deputado federal Carlos Sampaio (SP), definiu o ano de 2013  como “muito produtivo” para a bancada tucana, garantindo conquistas para a sociedade, como o fim  dos 14º e 15º salários dos parlamentares e do voto secreto e a da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37 – que limitava o poder de investigação do Ministério Público (MP).

Tanto a PEC 37, como o fim dos salários extras foram proposições aprovadas em plenário e que contaram com o apoio decisivo de Sampaio e do PSDB. O líder também mencionou o cenário político para 2014 e o desempenho do governo federal em áreas essenciais e na condução da economia.

Em seguida, os principais trechos da entrevista:

O senhor está prestes a deixar a Liderança do PSDB na Câmara. Que avaliação o senhor faz do ano que passou e como é ser líder do principal partido de oposição ao atual governo?

Carlos Sampaio: Para mim, foi uma honra estar à frente da maior bancada de oposição ao governo na Câmara dos Deputados. Foram muitos os desafios desde que assumi a função de Líder Nacional, em fevereiro do ano passado, e que agora, com muita satisfação, passo para meu amigo deputado Antonio Imbassahy (BA), que dará sequência ao nosso trabalho. Foi um ano muito produtivo. Algumas propostas defendidas por mim e pelo PSDB, tais como o fim dos 14º e 15º salários dos parlamentares, o fim do voto secreto, a derrubada da PEC 37 e o Orçamento Impositivo foram aprovadas no Plenário e tornaram-se conquistas não apenas da oposição, mas de toda a sociedade. Reconheço, contudo, que não é fácil ser oposição num governo que detém a maioria esmagadora dos deputados, já que estamos falando de mais de 400 parlamentares da base contra 90 da oposição. Por outro lado, estamos fazendo a nossa parte, apontando os erros do governo e cobrando explicações e investigações, quando necessárias. Não fazemos oposição por oposição, pois nossa forma de agir é muito diferente da do PT.

Sua atuação parlamentar se pauta pelo seu perfil de promotor público, com ênfase na defesa dos interesses coletivos. Acha que isso o fez ganhar o espaço e a representatividade que tem, sendo reconhecido por entidades como o Congresso em Foco e o Diap?

Sampaio: Acho que todo político, principalmente aquele que representa a população no âmbito nacional, tem que se pautar sempre pelo interesse coletivo, pelo interesse público, independentemente de sua profissão ou formação. Essa foi sempre a minha conduta, desde que ingressei na política, no início dos anos 90, quando fui eleito vereador pelo município de Campinas. É certo que minha formação como promotor de Justiça, por si só, já me impulsiona a ser ainda mais combativo nas questões que envolvem o interesse coletivo. Penso, todavia, que essa postura deveria ser a regra para os homens públicos. O reconhecimento e a representatividade são reflexo das atitudes e da postura do parlamentar. Desde que ingressei na vida pública, tenho pautado minhas ações no sentido de demonstrar que é possível, sim, conciliar política e ética.

Quando e como a política entrou na sua vida?

Sampaio: Ingressei na política quando o saudoso prefeito de Campinas, José Roberto Magalhães Teixeira (morto em 1996, vítima de câncer), um dos políticos mais honrados de nosso país, convidou-me para sair candidato a vereador. Achei que era chegada a hora de sair do campo da crítica e passar para o campo das realizações. Em outras palavras, conversando com os amigos pessoais, com meus familiares e com colegas da Promotoria, da Advocacia e da Magistratura, percebi que, por mais desacreditada que fosse a atividade política, ela era um dos mais importantes instrumentos para que eu pudesse colocar em prática uma série de ideias e ações em prol da coletividade.

Por que escolheu o PSDB?

Sampaio: Além do fato de ter ingressado na política, como já disse, a convite do Magalhães Teixeira, que era do PSDB, sempre me identifiquei com a filosofia do partido. Fora isso, o PSDB foi fundado por figuras relevantes no cenário político brasileiro, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e integravam seus quadros grandes homens públicos, como Mário Covas, José Serra, Geraldo Alckmin e outros, pessoas que eu admirava e admiro pela postura ética e democrática.

Há um cenário que antecipa uma campanha eleitoral no Brasil, com elementos que a sociedade colocou como desafiadores para todas as instituições públicas, inclusive os partidos políticos, desde as manifestações de junho de 2013. Pilares da política de Estado estão comprometidos, como é o caso da saúde, sem financiamento e sem atendimento ideal. A economia está afetada e há sinais claros de uma gestão inexperiente dessa área por parte do Governo Federal. Como o senhor analisa esse quadro?

Sampaio: As manifestações de junho deixaram claro que a população quer mudanças, e mudanças profundas, no País. As últimas pesquisas estão confirmando isso. As pessoas querem saúde e educação de melhor qualidade, querem o Ministério Público investigando os corruptos, querem políticos comprometidos com o social e com o desenvolvimento do País. No entanto, o governo que aí está dá cada vez mais mostras do despreparo técnico e da falta de competência política de seus integrantes para fazer as mudanças necessárias. Com mais de 400 parlamentares na base aliada, Dilma poderia ter feito a reforma que quisesse. Mas não fez! Não fez porque não quis! Para abafar as manifestações das ruas, o governo Dilma lançou mão do “Mais Médicos”, que apenas reduz em parte a insatisfação da população no atendimento básico, mas passa ao largo dos grandes problemas estruturais da Saúde, que requerem investimentos pesados na própria contratação de profissionais – sejam eles brasileiros ou do Exterior -, na compra de equipamentos, na construção de unidades, etc. Na economia, os problemas também são graves, com descontrole da inflação, déficit crescente das contas públicas, crescimento pífio do PIB e por aí vai. O PSDB, em toda sua história, sempre primou pelo controle rígido das contas – uma das principais leis neste sentido, a Lei de Responsabilidade Fiscal, foi criada na gestão de FHC! Também foi na gestão FHC que ocorreu o fim da hiperinflação e a consolidação do Real como moeda forte. São essas as bases de uma economia pujante deixadas pelo PSDB ao seu sucessor, o que não deverá se repetir em 2014, infelizmente.

Do Portal do PSDB na Câmara

Sáb, 18 de Janeiro de 2014 21:27

TRE-SP mantém decisão e cassa prefeito de cajamar

Escrito por Administrator

TRE-SP mantém decisão e cassa prefeito


ALEXANDRE MARTINS Daniel Fonseca (PSDB) terá que recorrer agora ao Tribunal Superior Eleitoral

Daniel Fonseca (PSDB) terá que recorrer agora ao Tribunal Superior Eleitoral

Em sessão ontem, o Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo (TRE-SP) manteve decisão pela cassação do prefeito de Cajamar, Daniel Fonseca (PSDB), e sua vice, Fatima Lima (PSDB).

O tucano já havia sido cassado, em primeiro grau, pelo juiz eleitoral do município, Filipe Levada, conforme noticiou o JJ Regional, em maio do ano passado. O prefeito recorreu ao TRE-SP que manteve a decisão. Agora, Daniel e a vice podem recorrer à última instância, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A decisão do TRE-SP deve ser publicada no "Diário de Justiça eletrônico" em até 10 dias. Após publicação, as partes podem entrar com recurso, informa o tribunal. Além de recorrer, o prefeito pode fazer pedido de efeito suspensivo para se manter no cargo até o julgamento do TSE. Este é o processo comum, em casos semelhantes, para que não haja alternância de governo, conforme apurou a reportagem.

Daniel não foi localizado ontem na prefeitura, que encerra expediente às 17h. Ele também não retornou ao recado, deixado pela reportagem em sua caixa-postal. O presidente da Câmara de Cajamar pode assumir o cargo, se o prefeito não reverter a cassação no TSE.
Além de Daniel e Fatima, Ana Paula Ribas (PT) e Deocardio Costa Conceição (PCdoB), candidatos da oposição em 2012, também se tornaram inelegíveis por oito anos. Tanto os tucanos quanto seus adversários são acusados de abuso dos meios de comunicação para obter resultados nas eleições.

A sentença do juiz de 1ª instância informa que o jornal de distribuição gratuita e de grande circulação na cidade, "Cajamar News", teria sido o alvo das negociações entre as "chapas".

Segundo o texto, as reportagens deste jornal eram elaboradas pela equipe do próprio prefeito, que disputava a reeleição, e ganhavam chamadas, que teriam sido pagas, conforme a sentença, com recursos públicos.

Segundo o TRE-SP, Ana Paula e Deocardio passaram a receber apoio do mesmo veículo a partir de agosto de 2012, em detrimento a Daniel, até então beneficiado. Na sentença da 1ª instância, noticiada pelo JJ Regional, são transcritas as chamadas do jornal e depoimentos do então editor, já falecido, confessando a irregularidade. Daniel conseguiu se reeleger em 2012, com 47,33% dos votos válidos. Em segundo lugar, ficou a candidata do PT, Ana Paula, com 14.245 votos. 

Raquel Loboda Biondi, do JJ Regional


Leia a edição completa desta sexta-feira (17) do JJ Regional.
Acesse:
http://bit.ly/18FXbW8.


ALEXANDRE MARTINS Daniel Fonseca (PSDB) terá que recorrer agora ao Tribunal Superior Eleitoral

Daniel Fonseca (PSDB) terá que recorrer agora ao Tribunal Superior Eleitoral

Em sessão ontem, o Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo (TRE-SP) manteve decisão pela cassação do prefeito de Cajamar, Daniel Fonseca (PSDB), e sua vice, Fatima Lima (PSDB).

O tucano já havia sido cassado, em primeiro grau, pelo juiz eleitoral do município, Filipe Levada, conforme noticiou o JJ Regional, em maio do ano passado. O prefeito recorreu ao TRE-SP que manteve a decisão. Agora, Daniel e a vice podem recorrer à última instância, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A decisão do TRE-SP deve ser publicada no "Diário de Justiça eletrônico" em até 10 dias. Após publicação, as partes podem entrar com recurso, informa o tribunal. Além de recorrer, o prefeito pode fazer pedido de efeito suspensivo para se manter no cargo até o julgamento do TSE. Este é o processo comum, em casos semelhantes, para que não haja alternância de governo, conforme apurou a reportagem.

Daniel não foi localizado ontem na prefeitura, que encerra expediente às 17h. Ele também não retornou ao recado, deixado pela reportagem em sua caixa-postal. O presidente da Câmara de Cajamar pode assumir o cargo, se o prefeito não reverter a cassação no TSE.
Além de Daniel e Fatima, Ana Paula Ribas (PT) e Deocardio Costa Conceição (PCdoB), candidatos da oposição em 2012, também se tornaram inelegíveis por oito anos. Tanto os tucanos quanto seus adversários são acusados de abuso dos meios de comunicação para obter resultados nas eleições.

A sentença do juiz de 1ª instância informa que o jornal de distribuição gratuita e de grande circulação na cidade, "Cajamar News", teria sido o alvo das negociações entre as "chapas".

Segundo o texto, as reportagens deste jornal eram elaboradas pela equipe do próprio prefeito, que disputava a reeleição, e ganhavam chamadas, que teriam sido pagas, conforme a sentença, com recursos públicos.

Segundo o TRE-SP, Ana Paula e Deocardio passaram a receber apoio do mesmo veículo a partir de agosto de 2012, em detrimento a Daniel, até então beneficiado. Na sentença da 1ª instância, noticiada pelo JJ Regional, são transcritas as chamadas do jornal e depoimentos do então editor, já falecido, confessando a irregularidade. Daniel conseguiu se reeleger em 2012, com 47,33% dos votos válidos. Em segundo lugar, ficou a candidata do PT, Ana Paula, com 14.245 votos. 

Raquel Loboda Biondi, do JJ Regional


Leia a edição completa desta sexta-feira (17) do JJ Regional.
Acesse:
http://bit.ly/18FXbW8.

Sex, 17 de Janeiro de 2014 13:42

TRE-SP confirma cassação de prefeito e vice do psdb

Escrito por Administrator

16/01/2014

TRE-SP confirma cassação de prefeito e vice


O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), na sessão desta quinta-feira (16), manteve a decisão de primeiro grau e cassou, por unanimidade, o prefeito reeleito de Cajamar, Daniel Ferreira da Fonseca, e sua vice, Fatima Aparecida de Lima, ambos do PSDB. No mesmo julgamento, os candidatos da oposição Ana Paula Polotto Ribas de Andrade (PT) e Deocardio Costa da Conceição (PC do B) também tornaram-se inelegíveis por oito anos.
O juízo da 354ª Zona Eleitoral havia cassado o diploma de Fonseca e Fatima por abuso dos meios de comunicação, consistente na veiculação, em jornal de grande tiragem no município, de matérias pagas que enalteciam a figura de Fonseca (à época, já prefeito). Pelo mesmo motivo, foram cassados os registros de candidatura de Ana Paula e Deocardio.
Segundo a relatora do processo, desembargadora Diva Malerbi, os candidatos à época aproveitaram-se dos principais veículos de comunicação escrita em Cajamar, "Gente em evidência" e "Cajamar News", para fazer a autopromoção.
Fonseca e Fatima foram eleitos nas eleições de outubro de 2012 com 47,33% dos votos válidos, enquanto Ana Paula e Deocardio ficaram em segundo, com 33,7%. Cajamar, com 52.223 eleitores, fica na região metropolitana da capital do Estado.
O acórdão deverá ser publicado em 10 dias e o juízo eleitoral será comunicado para as providências competentes. Da decisão, cabe recurso ao TSE.

Fonte: Assessoria do TRE

Demonstrativo de Crédito de Benefícios pode ser retirado em agência bancária PDF Imprimir E-mail

 

Qui, 16 de Janeiro de 2014 08:09

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De acordo com a Resolução nº 320/13, publicada no Diário Oficial da União em 11 de julho de 2013 pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, o Demonstrativo de Crédito de Benefício – DCB, é disponibilizado mensalmente pelas instituições financeiras pagadoras de benefícios do INSS, em seus terminais de autoatendimento.

A apresentação do DCB é necessária para comprovar a renda do beneficiário do INSS junto a órgãos públicos e empresas, solicitação de desconto ou isenção no IPTU e de tarifa do transporte público, entre outros.

O documento tem validade de 90 dias e as instituições financeiras disponibilizam o DCB do mês corrente ou dos últimos três meses, gratuitamente.

O acesso ao demonstrativo é realizado com a utilização do cartão de pagamento ou da conta corrente, conforme os critérios de segurança de cada instituição financeira. Ele também pode ser disponibilizado na Internet, a critério de cada banco, para o beneficiário que recebe via crédito em conta.

A Resolução nº 320/13 busca simplificar o atendimento ao cidadão, permitindo que ele retire o demonstrativo na agência onde recebe o benefício, eliminando a necessidade de se dirigir até uma agência do INSS para obter certidão comprobatória de renda.

Prefeito se reúne com vereadores para apresentar planejamento para 2014 PDF Imprimir E-mail

 

Seg, 06 de Janeiro de 2014 14:00

prefeito_recebe_vereadores_2


O prefeito iniciou o ano de 2014 se reunindo com os vereadores para apresentar as propostas do governo para o ano. A reunião foi realizada no paço municipal e contou com a presença dos vereadores Edicarlos Candiani Luna, que também é presidente da Câmara; Angelo Botan, Ciro Negreti, Cleber Silva, João Batista, Márcio Alves dos Santos (Gallo), Osvando Ferreira dos Santos, Paulo Batista Nantes (Minhoca), Salvador Philomeno, Tatiana Salles e Valdemir Rodrigues da Silva (Grandão).

“No ano passado conseguimos alinhar as propostas do Executivo com o Legislativo, sempre visando melhorias para a cidade e priorizando a população. Isso foi conquistado graças à transparência e respeito que nosso governo tem com a Câmara, mantendo essa relação participativa. Para esse ano, nosso objetivo é continuar contando com o apoio e a participação dos vereadores para que a cidade continue crescendo”, apontou o prefeito.

O presidente da Câmara, Edicarlos, em nome dos vereadores, concorda que o bom relacionamento entre o Executivo e o Legislativo traz benefícios para a cidade: “Como representantes do povo, nosso objetivo é sempre trabalhar pela população, estar atento aos projetos da Prefeitura e às necessidades dos cidadãos. Felizmente temos um bom relacionamento com a atual Administração, o que tem trazido bons resultados para o município”, finalizou.

O prefeito frisou a importância do planejamento no governo, como com o Plano de Ações e Desenvolvimento de Itupeva – PADI, que trata das principais e maiores obras da Prefeitura para os próximos anos, totalizando mais de R$ 315 milhões de investimentos. “As pessoas podem acompanhar o que será feito, inclusive, várias das obras já estão iniciadas. Esse é o maior plano de investimento que Itupeva já viu, são mais de R$ 315 milhões, contando verba federal, estadual e de recursos próprios do município, além de investimentos da iniciativa privada, que vêm como contrapartida, visando alinhar o desenvolvimento econômico com o desenvolvimento social para cuidar das pessoas”, explicou o prefeito. “É importante dar prosseguimento ao que realizamos no ano anterior, detalhando nosso planejamento para os próximos meses para que possamos realizar as obras e ações de forma responsável e competente”, conclui.

Qua, 15 de Janeiro de 2014 21:16

Chapa do PSB

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Chapa do PSB não preocupa, dizem tucanos e petistas locais


CAIO ESTEVES Para o deputado tucano, eleitores do PSDB já estão consolidados

Para o deputado tucano, eleitores do PSDB já estão consolidados

Para o PSDB e PT em Jundiaí, a chapa do governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, pela presidência da República, não sinaliza o fim da histórica polarização entre petistas e tucanos na corrida eleitoral ao Executivo do país.


Nem a aliada de Campos e possível vice dele, Marina Silva, impressiona o presidente da Câmara de Jundiaí, Gerson Sartori (PT), e o deputado federal, Luiz Fernando Machado (PSDB), que querem vagas no Congresso neste ano.

Contrários a uma leva de opiniões que considera a possibilidade do PSB crescer na disputa à presidência ou, ao menos, na divisão de opinião do eleitorado, os dois políticos defendem a ´força´ de suas legendas, mesmo que o cenário nacional demonstre fragilidades às duas - investigações de casos de corrupção pairam sobre o PSDB, no caso dos trens de São Paulo, e, no PT, com as prisões de condenados do mensalão.

As críticas ficam afiadas no contexto de oposição. "Não vai ter divisão nenhuma. O PT está firme na disputa. A briga, agora, é entre o PSDB e o PSB. Foi o PSDB que perdeu espaço para o PSB e enfraqueceu.

Nacionalmente, o PSDB é um partido atordoado", opina Sartori. "Se buscarmos dados históricos, o PT e o PSDB sempre polarizaram as últimas eleições. Com isso, o PSDB tem eleitores cristalizados", afirma Luiz Fernando.

Há quem acredite que o anúncio da candidatura de Campos com Marina acenda o sinal amarelo para o candidato do PSDB, o senador mineiro Aécio Neves, provável adversário na disputa pelo segundo lugar no primeiro turno. "Até outro dia, o Campos era aliado do PT. Não acho que ele consiga trabalhar com o eleitor da mudança", diz o deputado tucano.

Em um ponto, Luiz Fernando e Sartori concordam. Para eles, a força de Marina nas eleições de 2010 não é suficiente para nova disputa. "Nós respeitamos. Mas ela não conseguiu criar nem o partido dela", cutuca o petista. "Campos é um político tradicional. Marina tem um discurso de quase ´não-política´. É um cenário muito novo, difícil de avaliar como o eleitor dela irá reagir e se votará nele", avalia Luiz Fernando.

Para o doutor em sociologia e professor da Universidade de São Paulo (USP), Wagner Iglecias, há uma tensão eleitoral que pode ser utilizada pela chapa de Campos, mas é preciso estar combinada com o eleitorado, já que a polarização PT/PSDB é mesmo tradicional.

"Desde a volta das eleições diretas para presidente no Brasil, em 1989, apenas naquele ano, tal polarização não aconteceu. Depois (1994,1998, 2002, 2006 e 2010) ela ocorreu", lembra.

Segundo ele, PT e PSDB também representam dois projetos diferentes de Brasil - um que aposta no Estado como motor de desenvolvimento e outro que acredita nele, como regulador, respectivamente. Mas, talvez, ao eleitor, não haja distinção. "O eleitorado tem apontado para a possibilidade de esgotamento desta polaridade. A votação de Marina, em 2010, com 20 milhões de votos, pode ser um indicador disso", frisa o especialista.

Raquel Loboda Biondi, do JJ Regional

Qua, 20 de Novembro de 2013 22:51

PSD só participará do governo em caso de

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PSD só participará do governo em caso de reeleição de Dilma, diz Kassab

O ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), afirmou nesta quarta-feira (20) que o apoio declarado à pré-candidatura da presidente Dilma Rousseff ao Planalto, no ano que vem, não está condicionado a cargos neste governo. Ele disse, contudo, que em um eventual segundo mandato petista, irá participar da gestão e fazer indicações para cargos.

Kassab formalizou nesta quarta apoio à candidatura de Dilma, numa visita feita pela presidente à sede de seu partido.

"Acreditamos que o melhor para o Brasil é a continuidade do governo Dilma Rousseff", disse Kassab.

Ao lado dela, disse que "desde o início" sabia que essa aliança "ia acontecer", mas, depois de uma reunião de quase duas horas, afirmou que o PSD não aderiu formalmente à base aliada no Congresso.

"É evidente que continua o apoio no sentido de votar todos os projetos que sejam bons para o país. É uma aproximação a mais em relação a esse governo. Não vamos participar do governo, podemos até participar do governo, mas esse apoio ele não está vinculado a nenhuma participação de governo", disse Kassab.

Ele disse que o partido não vai "pleitear nada" e que, apesar de o ministro Afif Domingos (Secretaria da Micro e Pequena Empresa) ocupar cargo no governo, não se trata ali de uma indicação partidária.

Beto Nociti/Futura Press/Folhapress
Dilma se encontro com Gilberto Kassab em visita à sede do PSD em Brasília
Dilma se encontro com Gilberto Kassab em visita à sede do PSD em Brasília

"Essa independência cada vez mais se confunde com apoio ao governo. O partido para ser do governo não precisa ter cargos no governo. No futuro governo, caso a presidente se reeleja, essa é a nossa vontade, nós iremos sim participar do governo, inclusive fazendo indicações. Se perdermos, vamos para a oposição", ressaltou o ex-prefeito.

Questionado se o apoio ao PSD foi formalizado como um sinal de trégua nas acusações de irregularidades na Prefeitura de São Paulo durante a sua gestão e que respingam no atual prefeito, Fernando Haddad (PT), disse que "é evidente que não".

"E não são ex-assessores. São servidores concursados, em sua grande maioria, em um trabalho que acertadamente o prefeito Haddad faz de combate à corrupção. E que eu fiz e que é importante que todos façam."

 

A aliança, disse ele, não contemplará interesses regionais. "Em São Paulo, o PT vai ter o seu candidato e o PSD o seu candidato. É uma situação que é pública", disse. Sobre MG, afirmou também que não há definição de apoio nem ao PT nem ao PSDB.

Dom, 20 de Outubro de 2013 16:26

Paulo Skaf é lançado pré-candidato

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Paulo Skaf é lançado pré-candidato


O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, foi lançado, ontem, como pré-candidato do PMDB à disputa do governo de São Paulo nas eleições de 2014. O anúncio foi feito ontem pelo vice-presidente da República, Michel Temer, durante o 7º Congresso Regional de Vereadores e Lideranças Municipais, organizado pela Executiva de SP do partido, em Tatuí.

Durante discurso, Skaf agradeceu ao PMDB a oportunidade de fazer parte do projeto do para "mudar São Paulo". Ele defendeu a necessidade de uma gestão eficiente, que resgate a valorização do Estado e sua capacidade de investir em setores necessários para a sociedade paulista, como educação e saúde.

Temer reafirmou, durante seu pronunciamento, a necessidade de o PMDB se fortalecer em São Paulo. Ele lembrou que o partido está há 20 anos fora do governo de São Paulo, período em que a administração estadual ficou nas mãos do PSDB. Mais cedo, em conversa com a imprensa, Temer disse que a conquista do governo paulista vai contribuir para o fortalecimento das bancadas do PMDB na Câmara e na Assembleia. 

O congresso organizado pela executiva do partido em São Paulo reuniu diversas lideranças do PMDB, deputados estaduais e federais, além de peemedebistas das regiões de Sorocaba e Campinas.
Sáb, 05 de Outubro de 2013 21:01

Marina Silva se filia ao PSB

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Marina Silva se filia ao PSB e deve ser vice de Eduardo Campos


Agência Brasil Marina não conseguiu registrar seu partido, Rede, a tempo de ser candidata a presidente

Marina não conseguiu registrar seu partido, Rede, a tempo de ser candidata a presidente

A ex-senadora Marina Silva se filiou neste sábado (5) ao PSB e deve ser candidata a vice-presidente na chapa encabeçada pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos, nas eleições presidenciais de 2014.


"Eduardo, você está preparado para ser presidente do Brasil? Eu vou ser sua vice e estou indo para o PSB", teria dito Marina, segundo interlocutores, ao pernambucano, que ficou mudo. Durante a filiação, Marina, no entanto, afirmou que ainda não decidiu se será candidata a vice ou não.

Marina disse que a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de rejeitar o pedido de registro da Rede Sustentabilidade, partido que ela mobilizou, "cassou" o direito da nova legenda disputar as eleições e disse que a Rede é "o primeiro partido clandestino criado em plena democracia".

A ex-senadora afirmou que a candidatura de Campos também corre o risco de ser cassado por aqueles que tentam minar as pretensões eleitorais do socialista, que também é governador de Pernambuco.


Marina ocupa a segunda colocação nas pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais de 2014, enquanto Campos aparece na quarta posição na preferência do eleitorado.


Recentemente o PSB anunciou sua saída do governo da presidente Dilma Rousseff, abrindo caminho para uma candidatura própria do partido à Presidência da República.

Dilma lidera a corrida eleitoral do ano que vem à frente de Marina. O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), está na terceira posição, de acordo com as pesquisas.


A aliança entre Marina e Campos também coloca lado a lado na eleição do ano que vem duas figuras políticas com histórico de ligação com o PT.

Marina foi senadora pelo partido e ministra do Meio Ambiente no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Campos também foi ministro de Lula e o PSB apoiou o PT em cinco das seis eleições presidenciais disputadas desde a redemocratização do país. Somente em 2002 os socialistas não apoiaram o PT no primeiro turno, mas se juntaram aos petistas no segundo.


Da Redação, com agências

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